(Padre Fábio de Melo)

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
'Ser feliz '
(Padre Fábio de Melo)
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
‘Amar a Deus sobre todas as coisas’
Padre Fábio de Melo
terça-feira, 7 de outubro de 2014
'Deus me quer bem'
Eu não tenho direito de me sucumbir aos olhos daqueles que me detestam Eu não tenho direito de me sucumbir aos olhos daqueles que me querem mal Porque Deus me quer bem! Porque que eu vou me ocupar dos comentários daqueles que não me amam? Porque que eu vou ficar pensando no que os outros
estão achando de mim? Se o que na verdade o que me salva é o que Deus sabe ao meu respeito!
O que você tem que se ocupar é disso. Esqueça os que não gostam de você, Esqueça o problema que você tem, Esqueça da derrota que você sofreu, E quem sabe esquecendo daquilo que não foi bom.
O seu coração possa se ocupar de alguma coisa que é boa nessa vida.
Padre Fábio de Melo
estão achando de mim? Se o que na verdade o que me salva é o que Deus sabe ao meu respeito!
O que você tem que se ocupar é disso. Esqueça os que não gostam de você, Esqueça o problema que você tem, Esqueça da derrota que você sofreu, E quem sabe esquecendo daquilo que não foi bom.
O seu coração possa se ocupar de alguma coisa que é boa nessa vida.
Padre Fábio de Melo
'No aço da dureza humana'
“No aço da dureza humana, a flor da Graça divina costuma nos surpreender generosa."
Padre Fábio de Melo
domingo, 20 de julho de 2014
“Sou como o rio em processo de vir a ser.”
O inacabado que há em mim
(Padre Fábio de Melo)
Eu me experimento inacabado. Da obra, o rascunho. Do gesto, o que não termina. Sou como o rio em processo de vir a ser. A confluência de outras águas e o encontro com filhos de outras nascentes o tornam outro. O rio é a mistura de pequenos encontros. Eu sou feito de águas, muitas águas. Também recebo afluentes e com eles me transformo.
O que sai de mim cada vez que amo? O que em mim acontece quando me deparo com a dor que não é minha, mas que pela força do olhar que me fita vem morar em mim? Eu me transformo em outros? Eu vivo para saber. O que do outro recebo leva tempo para ser decifrado. O que sei é que a vida me afeta com seu poder de vivência. Empurra-me para reações inusitadas, tão cheias de sentidos ocultos. Cultivo em mim o acúmulo de muitos mundos.
Por vezes o cansaço me faz querer parar. Sensação de que já vivi mais do que meu coração suporta. Os encontros são muitos; as pessoas também. As chegadas e partidas se misturam e confundem o coração. É nessa hora em que me pego alimentando sonhos de cotidianos estreitos, previsíveis.
Mas quando me enxergo na perspectiva de selar o passaporte e cancelar as saídas, eis que me aproximo de uma tristeza infértil. Melhor mesmo é continuar na esperança de confluências futuras. Viver para sorver os novos rios que virão. Eu sou inacabado. Preciso continuar.
Se a mim for concedido o direito de pausas repositoras, então já anuncio que eu continuo na vida. A trama de minha criatividade depende deste contraste, deste inacabado que há em mim.
Um dia sou multidão; no outro sou solidão. Não quero ser multidão todo dia. Num dia experimento o frescor da amizade; no outro a febre que me faz querer ser só. Eu sou assim. Sem culpas.
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